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Tratado de História das Religiões
Traite d'histoire des religions, 1949
- Prefácio de Georges Dumézil
- Apresentação do autor
Capítulo I — Aproximações: estrutura e morfologia do sagrado
- § 1. «Sagrado» e «profano»
- § 2. Dificuldades metodológicas
- § 3. Variedade das hierofanias
- § 4. Multiplicidade das hierofanias
- § 5. Dialética das hierofanias
- § 6. O tabu e a ambivalência do sagrado
- § 7. O mana
- § 8. Estrutura das hierofanias
- § 9. Revalorização das hierofanias
- § 10. Complexidade do fenômeno religioso «primitivo»
- Indicações bibliográficas
Capítulo II — O Céu: deuses uranianos, ritos e símbolos celestes
- § 11. O sagrado celeste
- § 12. Deuses australianos do Céu
- § 13. Deuses celestes entre os andamaneses, os africanos etc.
- § 14. «Deus otiosus»
- § 15. Novas «formas» divinas que substituem os deuses uranianos
- § 16. Fusão e substituição
- § 17. Antiguidade dos Seres Supremos uranianos
- § 18. Deuses do Céu entre as populações árticas e centro-asiáticas
- § 19. Mesopotâmia
- § 20. Dyaus, Varuṇa
- § 21. Varuṇa e a Soberania
- § 22. Deuses celestes iranianos
- § 23. Urano
- § 24. Zeus
- § 25. Júpiter, Odin, Taranis etc.
- § 26. Deuses da tempestade
- § 27. Os Fecundadores
- § 28. O Esposo da Grande Mãe
- § 29. Javé
- § 30. Os Fecundadores substituem os Deuses uranianos
- § 31. Simbolismo celeste
- § 32. Mitos de ascensão
- § 33. Ritos de ascensão
- § 34. Simbolismo da ascensão
- § 35. Conclusões
- Estado das questões e bibliografia
Capítulo III — O Sol e os cultos solares
- § 36. Hierofanias solares e racionalismo
- § 37. Solarização dos Seres Supremos
- § 38. África, Indonésia
- § 39. Solarização entre os Munda
- § 40. Cultos solares
- § 41. Descendência solar
- § 42. O Sol hierofante e psicopompo
- § 43. Cultos solares egípcios
- § 44. Cultos solares no Oriente clássico e no Mediterrâneo
- § 45. A Índia: ambivalência do Sol
- § 46. Os Heróis solares, os Mortos, os Eleitos
- Bibliografia
Capítulo IV — A Lua e a mística lunar
- § 47. A Lua e o Tempo
- § 48. Solidariedade das epifanias lunares
- § 49. A Lua e as Águas
- § 50. A Lua e a Vegetação
- § 51. A Lua e a Fertilidade
- § 52. A Lua, a Mulher e a Serpente
- § 53. Simbolismo lunar
- § 54. A Lua e a Morte
- § 55. A Lua e a Iniciação
- § 56. Simbolismo do «devir» lunar
- § 57. Cosmobiologia e fisiologia mística
- § 58. A Lua e o Destino
- § 59. Metafísica lunar
- Bibliografia
Capítulo V — As Águas e o simbolismo aquático
- § 60. As Águas e os Germes
- § 61. Cosmogonias aquáticas
- § 62. Hilogenias
- § 63. A «Água da Vida»
- § 64. Simbolismo da imersão
- § 65. O Batismo
- § 66. A sede do morto
- § 67. Fontes miraculosas e oraculares
- § 68. Epifanias aquáticas e divindades das Águas
- § 69. As Ninfas
- § 70. Poseidon, Aegir etc.
- § 71. Animais e emblemas aquáticos
- § 72. Simbolismo do dilúvio
- § 73. Síntese
- Bibliografia
Capítulo VI — As pedras sagradas: epifanias, signos e formas
- § 74. Cratofanias líticas
- § 75. Megálitos funerários
- § 76. Pedras fertilizantes
- § 77. O «deslizamento»
- § 78. Pedras perfuradas, «pedras de raio»
- § 79. Meteoritos e bétilos
- § 80. Epifanias e simbolismos líticos
- § 81. Pedra sagrada, omphalos, «Centro do Mundo»
- § 82. Signos e formas
- Bibliografia
Capítulo VII — A Terra, a Mulher e a fecundidade
- § 83. A Terra-Mãe
- § 84. O casal primordial Céu-Terra
- § 85. Estrutura das hierofanias telúricas
- § 86. Maternidade ctônica
- § 87. Descendência telúrica
- § 88. Regeneração
- § 89. Homo-humus
- § 90. Solidariedade cosmobiológica
- § 91. Gleba e Mulher
- § 92. A mulher e a agricultura
- § 93. Mulher e sulco
- § 94. Síntese
- Bibliografia
Capítulo VIII — A vegetação: símbolos e ritos de renovação
- § 95. Ensaio de classificação
- § 96. Árvore Sagrada
- § 97. Árvore-Microcosmo
- § 98. Árvore-habitação da divindade
- § 99. Árvore cósmica
- § 100. A «Árvore invertida»
- § 101. Yggdrasil
- § 102. Epifanias vegetais
- § 103. Grandes Deusas e Vegetação
- § 104. Simbolismo iconográfico
- § 105. Grande Deusa-Árvore da Vida
- § 106. A árvore do conhecimento
- § 107. Os guardiões da Árvore da Vida
- § 108. Monstros e grifos
- § 109. A árvore e a Cruz
- § 110. Rejuvenescimento e imortalidade
- § 111. O arquétipo das plantas medicinais
- § 112. Árvore. Axis Mundi
- § 113. Descendência mítica a partir de uma espécie vegetal
- § 114. Transformação em plantas
- § 115. Relações homem-planta
- § 116. A árvore regeneradora
- § 117. Casamento das árvores
- § 118. O «Maio»
- § 119. O «Rei» e a «Rainha»
- § 120. Sexualidade e vegetação
- § 121. Representantes da Vegetação
- § 122. Lutas rituais
- § 123. Simbolismo cósmico
- § 124. Síntese
- Bibliografia
Capítulo IX — A agricultura e os cultos da fertilidade
- § 125. Ritos agrários
- § 126. Mulher, sexualidade, agricultura
- § 127. Oferendas agrárias
- § 128. «Poder» da colheita
- § 129. Personificações míticas
- § 130. Sacrifícios humanos
- § 131. Sacrifícios humanos entre os astecas e os Khonds
- § 132. Sacrifício e regeneração
- § 133. Rituais finais
- § 134. Os Mortos e as Sementes
- § 135. Divindades agrárias e funerárias
- § 136. Sexualidade e fecundidade agrária
- § 137. Função ritual da orgia
- § 138. Orgia e reintegração
- § 139. Mística agrária e soteriologia
- Estado das questões e bibliografia
Capítulo X — O espaço sagrado: Templo, Palácio, «Centro do Mundo»
- § 140. Hierofania e repetição
- § 141. Consagração do espaço
- § 142. «Construção» do espaço sagrado
- § 143. O «Centro do Mundo»
- § 144. Modelos cósmicos e ritos de construção
- § 145. Simbolismo do «Centro»
- § 146. A «nostalgia do Paraíso»
- Bibliografia
Capítulo XI — O tempo sagrado e o mito do eterno recomeço
- § 147. Heterogeneidade do tempo
- § 148. Solidariedade e contiguidade dos tempos hierofânicos
- § 149. Periodicidade — eterno presente
- § 150. Restauração do tempo mítico
- § 151. Repetição não periódica
- § 152. Regeneração do tempo
- § 153. Repetição anual da cosmogonia
- § 154. Repetição contingente da cosmogonia
- § 155. A regeneração total
- Bibliografia
Capítulo XII — Morfologia e função dos mitos
- § 156. Os mitos cosmogônicos — mitos exemplares
- § 157. O ovo cosmogônico
- § 158. O que revelam os mitos
- § 159. Coincidentia oppositorum — modelo mítico
- § 160. O mito da androginia divina
- § 161. O mito da androginia humana
- § 162. Mitos de renovação, de construção, de iniciação etc.
- § 163. A estrutura de um mito: Varuṇa e Vṛtra
- § 164. Mito — «história exemplar»
- § 165. Degradação dos mitos
- Bibliografia
Capítulo XIII — A estrutura dos símbolos
- § 166. Pedras simbólicas
- § 167. Degradação dos símbolos
- § 168. Infantilismo
- § 169. Símbolos e hierofanias
- § 170. Coerência dos símbolos
- § 171. Função dos símbolos
- § 172. Lógica dos símbolos
- Bibliografia
Conclusões
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