O espírito faustiano de apropriação violenta prevaleceu sobre o processo de maturação da Obra, cujo verdadeiro objetivo é a produção do incorruptível e não o prazer imediato; Jung, consciente da natureza do pecado de
Fausto face às exigências do Opus chemicum, não prestou suficiente atenção ao facto de ele ser igualmente, no feminino, o de Helena.