Marcel Clavelle, sob o pseudônimo Jean Reyor, no Voile d'Isis de novembro de 1932, defendeu Cambriel e acusou Fulcanelli de leveza, afirmando que existia uma terceira estátua, reprodução infiel do original, que teria sido substituída por volta de 1860 pela cópia mais honesta visível na catedral.
Bernard Husson retomou a posição de Jean Reyor trinta e dois anos depois, sem reflexão nem escrúpulo em relação ao Mestre comum.
A intensidade de prazer em surpreender Fulcanelli em erro ofuscou tanto Marcel Clavelle quanto Bernard Husson.