Assim munido da natureza dos Governadores, o Homem rompe a periferia dos círculos planetários e, atravessando, se mostra à Natureza.
Esta, refletindo a imagem do Homem na água e sobre a terra (como sombra), se encanta do Homem.
O Homem ele mesmo admirando sua própria imagem refletida, se encanta e quer habitar a forma sem razão (terra).
Desce pois, a Natureza enlaça seu amado: eles se abraçam.
Consequências da queda: doravante o homem é duplo, mortal quanto ao corpo, imortal quanto ao Homem essencial, ao mesmo tempo escravo e mestre do Destino regido pela composição das esferas.