É perigoso controlar as respirações VERDADEIRAS, aquelas que têm uma raiz oculta, e se algo ainda pode ser salvo, o ato virá simplesmente, como o caos que se resolve no mais límpido dos céus, sem as pseudo-ações poluídas pela “vontade” e pelo finalismo humano.
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A ordem exige desinteresse absoluto e a ausência do que causa mudança naquilo que muda.
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O ateísmo consiste em não ter um deus humano que se ocupa de resfriados e males triviais, um deus farmacêutico.
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É preciso manter-se distante, como os chineses, não se aproximar, deixar o céu firme acima do grão sólido, tão alto quanto possível, posicionando-se no absoluto, nos contornos dos picos como assentos invioláveis acima do panorama, de onde se pode ver o fim deste mundo e do outro.