Gilbert
Durand distingue três grandes estruturas antropológicas do Imaginário — a heroica ou diairética, a mítica e a noturna sintética —; Jean Burgos distingue três categorias fundamentais como respostas à angústia ligada à finitude: revolta e conquista; recusa e recolhimento; reconciliação e progresso — esta última reunindo esquemas cíclicos e dramáticos que cristalizam “uma temática da relação, da recensão, da germinação, da frutificação, do retorno, da alternância, da superação.”