Joseph
Campbell declarou que “os contos de fadas são contados para entretenimento”, estabelecendo uma divisão tipológica entre contos de fadas, relegados à cultura da infância, e o mito, tratado com reverência como histórias sagradas pertencentes à alta cultura; mas ao contrário de Lévi-Strauss — que acreditava que todas as versões de uma história pertencem a uma narrativa mítica maior —,
Campbell trivializou o conto de fadas como uma forma de produção cultural contada meramente para entreter, sem missão espiritual superior.