Somente ao perceber que
Campbell considerava as deusas — e as mulheres — não apenas como divindades da fertilidade, mas também como musas, surgiu a dúvida sobre sua leitura das mitologias: “ela é a inspiradora da poesia”, dizia
Campbell, atribuindo à musa três funções — dar vida, receber na morte e inspirar a realização espiritual e poética — com o pronome “nossa” reservando a auto-realização pela linguagem apenas aos homens.