Duzentos anos após a morte de
Hafez, Lorenzo Giacomini, em sua homenagem ao poeta italiano Torquato Tasso, observou que o grande poeta “evitou aquela facilidade supérflua de ser imediatamente compreendido, e escolheu o novo, o incomum, o inesperado, o admirável, tanto nas ideias quanto nas palavras” — elogio que se aplicaria igualmente a
Hafez.