Entre os autores sufis, Azizoddin Nasafi é um dos mais anticamente conhecidos na Europa, com fragmentos de sua obra traduzidos ao latim desde 1655.
Fragmentos da versão turca do Maqsad-e aqsa foram publicados e traduzidos ao latim em 1655
Essa tradução foi amplamente utilizada por Tholuck em seu tratado sobre o sufismo — Berlim, 1821 — que permaneceu por longo tempo um clássico
Edward Henry Palmer publicou uma paráfrase do original persa, reimpresa às vésperas da Segunda Guerra Mundial: E.H. Palmer, Oriental Mysticism, Londres, 1867, segunda edição 1938
Fritz Meier voltou a atrair a atenção dos orientalistas sobre Nasafi, redigindo dois estudos baseados em dois importantes tratados do místico iraniano: o Kitab-e Kashf al-haqaiq — O Livro do desvelamento das verdades — e o Kitab al-tanzil — O Livro da descida
Os estudos de Fritz Meier são: Das Problem der Natur im esoterischen Monismus des Islams, Eranos-Jahrbuch XIV, 1946, páginas 149 a 227; e Die Schriften des Aziz-i Nasafi, Wiener Zeitschrift für die Kunde des Morgenlandes, 52, 1953, páginas 125 a 182
Esses estudos constituem o ponto de partida de toda pesquisa sobre Nasafi