A estrutura moral do paraíso de
Ibn Arabi revela a mesma preocupação de escrupulosa minúcia nas divisões e subdivisões das categorias dos eleitos segundo critérios éticos, tal como se vê em Dante, pois para
Ibn Arabi nenhuma obra boa — seja pelo cumprimento de um preceito, pela omissão de uma lei proibitiva ou pela prática de atos devotos supererrogatórios — deixa de ter no paraíso seu prêmio determinado e próprio.