O termo ochema, ausente em Plotino e Porfírio e presente em Jâmblico, Proclo, Damáscio, Simplício, Prisciano, Hermeias e Olimpiodoro, é associado por esses autores a três passagens de Platão que, na realidade, não têm relação direta com o “veículo da alma”.
Aristóteles fala de um pneuma inato (symphyton) análogo ao elemento de que são feitos os astros.
Em Galeno, o pneuma é definido como augoeides kai aitherodes.
O escrito pseudo-plutarquiano De vita et poesi Homeri afirma que a alma, no momento da morte, arrasta consigo o pneumatikon, que age como veículo.
O termo ochema aparece no Corpus Hermeticum e em Celso e Hipólito; Plotino usa o sintagma leptoteron soma (“corpo sutil”), atribuído por Jâmblico a Eratóstenes e a um certo “Ptolemeu o Platônico”.