O que faz as vezes das camadas mais profundas do “isso” não pode ser, para o sociólogo como para Jung, senão o thesaurus da memória da espécie e de seus engajamentos em “imagens arquétipos” coletivas: o paysage e os monumentos culturais de uma sociedade, as atitudes corporais mecanizadas, as inflexões mentais de sua língua natural, e — como
Dumézil mostrou para os indo-europeus — os sermones mythici que coincidem com a duração “quase imóvel” braudeliana e com o metalinguagem que o sociólogo repéra nos gestos, lapsos e atos maquinais da vida cotidiana