Nietzsche descreveu o lado apolíneo assim: “Aqui vemos primeiramente as belas figuras divinas, olímpicas, colocadas sobre os frontões, cujas façanhas, representadas em luminosos relevos, embelezam seus frisos. Se Apolo está entre eles como um deus no meio dos outros, isso não deve nos enganar. Semelhante impulso, simbolizado em Apolo, na realidade fez nascer a totalidade daquele mundo olímpico.” — mas se
Nietzsche não houvesse partido de dois impulsos básicos de polos opostos, teria citado os olímpicos em lugar de Apolo, denominando-os os deuses não-dionisíacos.