Wang Fuzhi reforça a ideia de que não se deve esperar uma mensagem ou revelação, pois a perfeição do Céu e do Sábio se manifesta sem a necessidade de palavras.
Inexistência de um ensinamento verbal fundado pelo Sábio, cuja conduta expressa por si só uma virtude perfeita.
Diferenciação entre o processo do Céu, que se realiza espontaneamente, e o Sábio, que deve buscar deliberadamente a realização de sua própria moralidade.
Analogia entre a perfeição da sabedoria e a evidência natural do Céu, revelando a totalidade da coerência interna em cada movimento.
Crítica à visão taoísta de Zhuangzi, defendendo que a menor parcela do real revela a lógica indefectível do Processo, em vez de uma plenitude indiferenciada.
Caracterização do aprendizado como assimilação por imitação, conforme o duplo sentido do termo xue, que une aprender e imitar.
Rejeição de uma problemática do sentido independente da evidência dada, uma vez que a mediação da fala romperia a espontaneidade da influência.