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MÍSTICA SELVAGEM
MHMS
«O problema colocado pela mística selvagem é, antes de tudo, de natureza cultural e histórica. Lá onde grupos sociais homogêneos – tradições iniciáticas ou Igrejas – conseguiram desenvolver, geração após geração, técnicas de indução e códigos para decifrar a experiência extática, o fenômeno da “mística selvagem” praticamente não aparece, ou fica confinado a zonas marginais da existência individual ou social. […] Ele ressurge, por outro lado, assim que os códigos se tornam confusos e perdem sua eficácia. É o que ocorre em todos os períodos de transição histórica e de crise religiosa.”
- Apresentação
- Prefácio
- Introdução
- Primeira parte: O oceano interior
- 1. Freud, Romain Rolland e o sentimento oceânico
- 2. A experiência mística espontânea
- 3. Uma embriologia da alma?
- 4. Êxtase e mecanismos de defesa
- Segunda parte: Do êxtase à angústia
- 1. A experiência mística provocada
- 2. Paraísos e infernos artificiais
- 3. Êxtase e psicopatologia
- Terceira parte: Afetividade e absoluto
- 1. O enigma da beatitude
- 2. Sentir e compreender
- 3. Sofrimento e temporalidade
- 4. Aquém do bem e do mal
- 5. Ascese e vida mística
- Conclusão
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